sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

CADERNOS SARTRE Nº 3 - CINQUENTA ANOS DA CRÍTICA DA RAZÃO DIALÉTICA


Neste artigo registramos o cinquentenário de publicação da Crítica da razão dialética (1960) de Jean-Paul Sartre (1905-1980). Vários críticos e estudiosos do pensamento sartriano destacaram a importância desta que é a segunda grande obra filosófica de Sartre.

Leia artigo completo em: 

CADERNOS SARTRE Nº 3. Fortaleza: EDUECE, 2010. p. 161-174.



quarta-feira, 23 de junho de 2010

EXISTÊNCIA E DIALÉTICA EM SARTRE




LEIA O ARTIGO EXISTÊNCIA E DIALÉTICA EM SARTRE NA REVISTA CONHECIMENTO PRÁTICO FILOSOFIA Nº 24.





VEJA AQUI A PROGRAMAÇÃO DO ENCONTRO 50 ANOS DE SARTRE NO BRASIL.








sexta-feira, 30 de abril de 2010

Religião, obscurantismo e intolerância



 


Ao longo da história, as religiões dominantes têm revelado um viés obscurantista que, na maioria das vezes, tem como resultado a prática da intolerância. De Galileu Galilei a Salman Rushdie, passando por Martinho Lutero, Dante, Nostradamus, Voltaire e tantos outros, a história se repete: Inquisição, Index, queima de livros, perseguição e morte em nome de Deus. Neste cenário, as oposições às pesquisas científicas e à liberdade de expressão parecem evidenciar, de certa forma, a dificuldade dessas religíões de coexistirem de forma positiva numa sociedade aberta.

Leia artigo completo na Revista Conhecimento Prático - Filosofia , Edição 23, já nas bancas.


 


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009




LIBERDADE E RESPONSABILIDADE EM O SER E O NADA DE SARTRE

Neste artigo buscamos saber como o filósofo Jean-Paul Sartre relaciona ética e liberdade em O Ser e o Nada. Para isso, analisaremos as noções sartrianas de liberdade, facticidade, responsabilidade, angústia e má-fé, presentes nesta obra.

Artigo completo em:

PAIVA, Francisco Júnior Damasceno. Cadernos Sartre n º 2. Fortaleza: EDUECE, 2009. p. 107-119.








CONSIDERAÇÕES SOBRE AS PALAVRAS DE SARTRE: LITERATURA, FILOSOFIA E ENGAJAMENTO


Neste artigo teceremos algumas considerações sobre As palavras (1964), de Jean-Paul Sartre (1905-1980). Nessa obra, Sartre discute o estatuto da literatura. Mais do que um relato de sua infância, essa obra-prima é um verdadeiro tratado sobre a condição dos intelectuais na sociedade contemporânea. Ler e escrever é a sina do intelectual. Mas o que pode e o que não pode a escrita? Qual a força dessa arma? Introduzido nas letras desde cedo pelo avô, Sartre ia da ficção para a realidade: achava mais verdade nos livros do que nos objetos. Esse vício o transformou num idealista. Durante muito tempo, Sartre tomou a pena por uma espada. Ele retoma aqui questões que havia desenvolvido em Que é a literatura? Agora, à luz do marxismo, redimensiona o papel da cultura nos nossos dias. Curado do idealismo, descobre a impotência dos escritores. Isso não significa, no entanto, que devamos abjurar tudo: "a cultura não salva nada, nem ninguém, ela não justifica. Mas é um produto do homem: ele se projeta, se reconhece nela; só esse espelho crítico lhe oferece a própria imagem" (Sartre, As palavras).


Artigo completo in:

PAIVA, Francisco Júnior Damasceno. Vivência. v.1  n° 30. CCHLA/UFRN. Natal: Edufrn, 2006. p. 35-41.







ENCARNAÇÃO

No Princípio era a poesia
E a poesia se fez carne.
Da carne aberta
Jorrou sangue e água,
Surgiu a vida.
A vida foi negada,
Brotou a ferida,
Nervos à flor da pele,
Pele rasgada,
Ossos nus.
E fez-se das tripas, coração.
No início, nem pó.
No fim, tudo voltará
Ao princípio,
Poesia só.

Júnior Damasceno
In: Antologia da Poesia Contemporânea Paraibana. João Pessoa: Editora Idéia, 1995. p. 77.






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